Perguntas2019-08-13T09:50:40+00:00

Operar em hospital ou clínica?

As cirurgias devem ser realizadas em local que ofereça conforto e sobretudo segurança, razão pela qual a nossas cirurgias são realizadas exclusivamente em ambiente hospitalar.

Anestesia geral ou local?

Muitos pacientes trazem duvidas, traumas e por vezes até exigências quanto ao tipo de anestesia, baseando-se em experiências prévias ou na opinião de terceiros que não estão envolvidos diretamente com a cirurgia. Cabe à nossa equipe dirimir e definir qual o tipo de anestesia proporcionará a maior segurança e conforto frente ao procedimento proposto.

O tipo de cirurgia e as condições clínicas do paciente são determinantes, sendo as consultas pré-operatórias essenciais para a tranquilidade do paciente e definição do planejamento anestésico. Todos a nossos pacientes tem a chance de conversar novamente com a equipe na manhã do procedimento.

Consulte a Sociedade Brasileira de Anestesiologia para mais informações

Posso ir para casa no mesmo dia da cirurgia ?

Dependendo do tipo de cirurgia, sim, mas o Dr. Cristiano não considera isto necessariamente uma vantagem. Prezamos por um tempo de recuperação reduzido e sem complicações, o que não deve ser confundido com um retorno precoce à residência.

Logicamente que a maioria das cirurgias de pequeno porte, realizadas com anestesia local, ou até mesmo sedação podem contar com um retorno para casa no mesmo dia; mas qual a real vantagem de se dormir em casa quando se conta com todo o conforto, analgesia plena e supervisão em ambiente hospitalar? O retorno no dia seguinte com tranquilidade e segurança pode evitar situações imprevistas e desagradáveis.

Familiares e acompanhantes são de grande valia para controle do ambiente domiciliar, ajudando em tarefas do dia-a-dia e deixando o paciente a vontade para se recuperar.

Programar-se para a cirurgia e preparar a família é fundamental para que o paciente tenha um pós-operatório tranquilo e sem complicações.

Eu vou ter cicatrizes aparentes?

A cicatriz é uma consequência inevitável de qualquer cirurgia e, por ser um processo biológico individual, o cirurgião não possui o controle absoluto sobre esta, cabendo a nós posicioná-las da forma mais anatômica , discreta e “escondida” possíveis.

Além dos fatores tais como genética, etnia, história pregressa de cicatrização boa ou ruim, hábitos tais como fumo e exposição solar; o seguimento das medidas de cuidado pós-operatórios são essenciais para uma boa cicatrização. Infelizmente mesmo assim podem ocorrer cicatrizes de aspecto desagradável, que podem necessitar de novas tentativas de correção.

Posso amamentar após cirurgias das mamas?

A lactação depende de diversos processos hormonais, neurológicos e psicológicos e mesmo mulheres não operadas podem apresentar alterações nestas funções.
Vale lembrar que a produção de leite é proporcional ao volume de mama que a paciente possui, portanto, pacientes com hipomastia, justamente aquelas que procuram este tipo de cirurgia, provavelmente já não teriam uma produção adequada de leite na gravidez.

A cirurgia de inclusão de implantes mamários quando realizada por incisão no sulco mamário, não viola a glândula ou ductos mamários, levando a alteração mínima no processo de lactação. Os implantes são posicionados em um espaço anatômico atrás das glândulas. Diversos estudos científicos comprovam que a mamaplastia de aumento não interfere na lactação.

A cirurgia de Redução Mamária e algumas Mastopexias (suspensão) por serem mais extensas podem interferir mais drasticamente na amamentação , mas mesmo assim um grande número de pacientes ainda consegue amamentar adequadamente após estas intervenções. Não se pode garantir a lactação após quaisquer cirurgias mamárias, mas estas são uma realidade bem frequente.

Preciso ter minhas próteses mamárias substituídas a cada 10 anos?

Tornou-se de domínio público a informação de que os implantes deveriam ser substituídos “religiosamente” após 10 anos, mas hoje em dia com o avanço na confecção destes implantes observamos pacientes com maior tempo de operadas sem queixas ou riscos adicionais.

A texturização dos implantes e o revestimento com poliuretano minimizam cada vez mais os índices de contratura capsular, condição em que a capsula naturalmente criada pelo organismo em torno do implante se torna excessivamente dura, podendo apresentar deformidade e dor, o que era muito frequente com os implantes de gerações antigas.

O gel coesivo (não extravasa), a dupla camada de revestimento e o refinamento nos testes nos conferem maior segurança e durabilidade dos implantes, fazendo com que as pacientes nos procurem novamente não pelo prazo “numérico” , mas muitas vezes para corrigir outras alterações naturais da mama, tais como flacidez ou mudança de volume pós-menopausa ou amamentação.

Qual o tamanho e o formato de implantes devo escolher ?

A decisão a respeito do tamanho e formato dos implantes é uma resultante do exame clínico, do desejo da paciente e do senso estético do cirurgião, avaliando o que a anatomia de cada biótipo nos permite.

Implantes excessivamente grandes, além de não serem esteticamente agradáveis, distorcem a anatomia e estão relacionados a uma menor durabilidade do resultado devido ao seu peso.

Hoje em dia levamos muito em conta não só o volume final dos implantes, mas também as suas medidas.

É importante ter em mente que o mesmo volume e formato de implantes utilizados em pessoas com biótipos diferentes (por exemplo: altura, largura do tórax, índice de gordura) produz resultados diferentes.

Posso fazer mamografia após colocar implante? Atrapalha o diagnóstico do câncer de mama?

Pode e deve. Assim como mulheres que também não possuem implantes, todas com mais de 30 anos devem realizar o auto-exame com frequência e ser submetidas a mamografia a cada dois anos.

As próteses não impedem o diagnóstico radiológico do câncer de mama, tampouco aumentam a sua incidência. A ressonância magnética das mamas pode complementar as mamografias assim como em pacientes que não possuem implantes.

Ouvi falar sobre um tipo de câncer relacionado a implantes mamários. Do que se trata?

O Linfoma Anaplásico de Grandes Células (Anaplastic Large Cell Lymphoma – ALCL) não é uma forma de câncer do tecido mamário, podendo ocorrer em qualquer parte do corpo. Está relacionado ao tecido “cicatricial” que se forma em torno de quaisquer implantes, sejam mamários, ortopédicos ou em quaisquer dispositivos.

É importante destacar que a incidência da referida doença ALCL é extremamente baixa. Não existe qualquer relação entre o uso de implantes de silicone e o câncer de mama (carcinoma mamário, tumor mais frequente em mulheres)

Visto que o risco de ALCL é muito pequeno, a agência americana (FDA) acredita que a totalidade de evidência continua a garantir que os implantes mamários devidamente registrados são seguros e efetivos quando usados respeitando as recomendações de segurança.

Os critérios de biossegurança e tecnovigilância dos implantes mamários utilizados no Brasil, nos fazem um dos países de grande respeitabilidade perante a comunidade científica mundial;

A Soc. Bras. de CIr. Plástica (SBCP) mantém uma Comissão (permanente) de Silicone, cujas atribuições passam pelo contínuo estudo científico e constante troca de informações com a comunidade médica internacional para aprimoramento e manutenção da segurança no uso destes dispositivos na Cirurgia Plástica.

No Brasil, a notificação e relato oficial de casos de ALCL associados a implantes mamários são em torno de uma dezena. Não obstante, a SBCP tem mantido o alerta de vigilância junto a seus mais de 6500 médicos associados, para rastreamento e monitoramento de pacientes.

Não há indicação de retirada dos implantes nas pacientes já operadas e sem sintomas.

O Dr. Cristiano realiza “Hidrolipo”?

O termo comercial “Hidrolipo” vem sendo frequentemente usado para designar lipoaspirações divididas por áreas, realizadas em ambiente de consultório com anestesia local.

O Dr. Cristiano não realiza este tipo de procedimento por não o considerar seguro.

O Dr. Cristiano realiza preenchimento de glúteos com PMMA?

O Dr. Cristiano não realiza este tipo de procedimento por não o considerar seguro, tanto pelas características do material (PMMA), quanto pelo volume que seria necessário para tratamento desta região.

Quando bem indicada a Gluteoplastia, associada ou não a Lipoaspiracao e Lipoenxertia, confere resultados mais consistentes, seguros e duradouros.

Qual o custo da minha cirurgia plástica?

Cada paciente possui um plano cirúrgico individualizado e, por conseguinte, o preço de cada cirurgia varia de acordo com a complexidade do caso.
Não é possível haver um orçamento sem que haja a avaliação médica, consistindo esta não só do exame clínico, mas também da análise de vários outros fatores.

Tempo de cirurgia e de recuperação, número de profissionais envolvidos, período de internação, uso de material e Hospital onde será realizada a cirurgia são alguns destes fatores que contribuem para o preço final do tratamento.

Posso usar o meu plano de saúde para pagar a cirurgia ?

O Dr. Cristiano não é credenciado a nenhum plano de saúde e o pagamento de seus honorários é particular.

As cirurgias plásticas com fins estéticos não são cobertas pela maioria dos planos de saúde, entretanto algumas deformidades estéticas, quando associadas a dano funcional, podem ser reparadas na mesma internação, tais como uma rinoplastia estando associada a uma correção de desvio de septo nasal.

Dependendo do plano e do hospital , pode ser necessário o pagamento de um complemento pela realização do procedimento estético.

Geralmente as cirurgias plásticas após grande perda ponderal e as reduções mamárias nas gigantomastias (mamas gigantes) tem suas internações autorizadas por maior parte dos planos de saúde, alguns até contando com reembolso dos gastos com a equipe.

Como saber quem é o meu Cirurgião Plástico ?

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica é a única e verdadeira sociedade de cirurgiões plásticos do Brasil, reconhecida pelo Ministério da Saúde e entidades médicas regulatórias. Seu papel, além de reunir e apoiar os profissionais da área, é de educar e proteger a população, principalmente de falsos profissionais que visam ao lucro de forma perigosa e caluniosa.

Diversas sociedades “alternativas” vêm sendo criadas em velocidade superior à capacidade de interdição destas pelo Conselho Federal de Medicina, atingindo não só o âmbito das cirurgias, mas principalmente o dos procedimentos não-cirúrgicos, onde técnicas não estabelecidas, não comprovadas, com materiais não regulamentados são aplicadas por médicos e não-médicos em busca de atividade comercial.

Você consideraria uma Cirurgia Ortopédica segura se realizada por um Otorrinolaringologista? E vice-versa.

Cirurgia Plástica é com Cirurgião Plástico Membro da SBCP.

Confirme a titulação de seu Cirurgião no site da SBCP.